sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Boeing 797 Up in the air!


Look at this new aircraft....

Boeing is preparing a 1000 passenger jet that could reshape the Air travel industry for the next 100 years. The radical Blended Wing design has been developed by Boeing in cooperation with the NASA Langley Research Center . The mammoth plane will have a wing span of 265 feet compared to the 747's 211 feet, and is designed to fit within the newly created terminals used for the 555 seat Airbu A380, which is 262 feet wide.

The new 797 is in direct response to the Airbus A380 which has racked up 159 orders already. Boeing decided to kill its 747X stretched super jumbo in 2003 after little interest was shown by airline companies, but has continued to develop the ultimate Airbus crusher 797 for years at its Phantom Works research facility in Long Beach , Calif.

The Airbus A380 has been in the works since 1999 and has accumulated $13 billion in development costs, which gives Boeing a huge advantage now that Airbus has committed to the older style tubular aircraft for decades to come.

There are several big advantages to the blended wing design, the most important being the lift to drag ratio which is expected to increase by an amazing 50%, with overall weight reduced by 25%, making it an estimated 33% more efficient than the A380, and making Airbus's $13 billion dollar investment look pretty shaky.

High body rigidity is another key factor in blended wing aircraft, It reduces turbulence and creates less stress on the air frame which adds to efficiency, giving the 797 a tremendous 8800 nautical mile range with its 1000 passengers flying comfortably at mach 0.88 or 654 mph cruising speed, another advantage over the Airbus tube-and-wing designed A380's 570 mph.

The exact date for introduction is unclear, yet the battle lines are clearly drawn in the high-stakes war for future civilian air supremacy.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Zé, és do Povo ou da alta?

Ok, nâo percebo nada. O mundo está tôlo, só pode.
Quantas vezes é que ja ouvimos a expressão, “tipicamente Portugûes”? Na verdade, vezes de mais para poder ser real. Só um povo extremamente modesto e pouco seguro do seu real valor é que pode falar assim. Somos exactamente esse tipo de povo, não cultivamos o gosto pelo que é nosso, tirando o futebol óbviamentre.
Facilmente posso exemplificar a teoria do zé portugês, que é maravilhosa.
1.homem na esquina à espera do autocarro com a mão no bolso a coçar o batatal
2.saida de um estadio e aqui vai escarradela
3.atrasos constantes em não importa a matéria ou assunto
4.falta de respeito perante o com-cidadão na estrada

Exemplos que me ocupariam todas estas folhas soltas de desabafos /constatações e pensamentos que me prescrutam enquanto viajo por essa europa fora.
Actualidade das actualidades do nosso governo maravilha, socialista pró-contra tudo, contra tudo o que é obvio a favor de tudo que é obscuro e pouco claro. Vamos copiar os países nordicos!!! Que coisa interessante, realmente é uma inovação tendo em conta que pelo menos tenta-se copiar algo que aparentemente funciona, lá, no norte, onde o frio bloqueia a mente dos estupidos e congela a estupidez dos audazes.
Bom, o que é que nós queremos deste país afinal? Queremos que acabem com a corrupção! Queremos que acabem com as filas de espera nos hospitais, com o tânsito nas cidades, com o abominavel sofrimento do povo que ganha o salario mínimo!
Ao fim ao cabo queremos que tudo isto se altere e que possamos viver com segurança, não queremos que a segurança social rebente nem que o governo seja totalitário, qualquer governo que seja!
Vai daí, escolhemos um nome grego cheio de significado histórico e filosofico para alterar tudo o que é mau e fazer com que aquilo que está bem assim continue ou até que melhore ainda mais.
Será que o zé povo sabe mesmo em quem vota, ou será apenas uma votação na imagem, na aparência? Não tenho dúvidas que o show off é uma das grandes e mais brilhantes características do zé povo e de muitos outros zés que nos circundam.
As ideias são interessantes e temos debates, mas chaga-se a um ponto em que nada mais interessa senão aquilo que transparece, aquilo que sai para os nossos ouvidos. Estamos de acordo que a essência facilmente é abstraida pelo futil e por conseguinte o podre apodera-se do saudavel e viváz!
O nosso lindo e respeitavel parlamento nada mais faz senão transparecer as nossas características mais brilhantes. A tal hipocrisia com que se debatem assuntos sérios, os sorrisos irónicos e as gargalhadas cheias de nervosismo não por terem acabado de ouvir coisas concretamente relacionadas com o assunto, mas antes por insultos, uns camuflados outro nem por isso, de uma bancada para outra.Gosto específicamente da figura do presidente da assembleia, por ficar lá no cimo bem alto e visivel, sempre sério e carrancudo, como se o trabalho que tem o impedisse de esboçar um singelo sentimento de alegria por ali estar. Das duas uma, ou é tecnologia a mais à sua volta e luzes que lhe ferem o raciocinio, para se manter impávido e serno às repetidas faltas de respeito e desvios do assunto em debate, ou então tem mesmo medo de intrevir de forma como eu lhe peço como cidadão farto de ouvir debates sem assunto e sem ideias de desenvolvimento sustentado.
Diz-me como se comportam os teu liders, dir-te-ei como ages.
Se andarmos para trás e analisarmos os 4 pontos da teoria do zé povinho, ficamos a perceber que o zé povinho não é o homem trabalhador e humilde que trabalha os campos ou que trabalha no alto mar na pesca, mas sim o homem de fato e gravata que fala muito bem e cria sonhos falsos na mente dos nossos verdeiros homens e mulheres que se matam a trabalhar por uma vida melhor.
Nunca viram um político ou empresário de responsabilidade com a mão no bolso a massajar o trombone? Quantos são os que à saida do estádio cospem para o chão com a noção que estão a ser vistos e que mesmo assim não querem deixar de mostra a sua masculinidade, comentando com o parceiro o tamanho do escarro, com uma gargalhada saudavel. Este é que é o nosso zé! O verdadeio zé da gravata.
Nunca fui a comícios, mas já me apercebi pela tv que os atraso são normais e aceitaveis, tal como as visitas do presidente da républica a qualquer escola, ou do minístro da economia a qualquer planta de produção, mesmo que seja uma das mais importantes do paí. È bom chegar atrasado uma vez que dá a imagem de que se tem muito para fazer, e assim é-se importante.
Lá fora, no norte, quando se chega tarde é-se violentamente reprimido de tal forma que se nos faz pensar sériamente em voltar a repetir o descaramento, mas cá, nem pensar!

Escrito por Zé, o verdadeiro membro do Povo.